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RESENHA CRÍTICA DO LIVRO “‘O URUBU QUE LOGO SOMOS’ CRÔNICAS E MEMÓRIAS DE UM DEVIR FLAMENGO”, DE FABIO ZOBOLI


 “O URUBU QUE LOGO SOMOS”: Crônicas e memórias de um devir Flamengo

Alison Conceição dos Santos
Darwin de Oliveira Martins
Marcelo Victor Santos Souza
Thomas Wiliams Santos Nascimento

ZOBOLI, Fabio. “O urubu que logo somos”: Crônicas e memórias de um devir Flamengo. São Paulo: Ludopédio, 2025. 333p. Coleção campo de jogo. ISBN: 978-65-84540-17-0


Fonte: GE.com

A obra “Urubu que logo somos: crônicas e memórias de um devir Flamengo” foi escrita pelo Professor Dr. Fábio Zoboli da Universidade Federal de Sergipe – UFS. Em sua trajetória acadêmica, Zoboli fez doutorado em Educação na Universidade Federal da Bahia – UFBA, fez também Pós-doutorado em Educação na Universidade Nacional de La Plata – UNLP (Argentina), atualmente é professor no Departamento de Educação Física e do Programa de Pós-Graduação em Educação na UFS, além de ser membro/coordenador do grupo de pesquisa “Corpolitica”. 
O livro é uma coletânea que reúne uma série de crônicas que abordam o Clube de Regatas do Flamengo – CRF, clube do “coração” do autor, e mais especificamente ainda, sobre o time de futebol e suas várias dimensões. Nele, constam crônicas sobre fatos marcantes do clube, assim como há um conjunto de crônicas que tratam de personagens ligados a esse universo – principalmente jogadores de futebol – que vestiram a camisa do clube. Zoboli vai estabelecer paralelos entre esses elementos com figuras religiosas (de matriz africana e cristã) e também sobre personagens das mitologias greco-romanas e com as artes plásticas. Vale destacar também que o autor elabora uma crônica para homenagear o seu tio que o ensinou a torcer para o Flamengo.
A seção “Como tudo começou” possui duas crônicas e nelas conta-se para o(a) leitor(a) como se deu o primeiro contato do autor com aquilo que se tornaria uma das suas maiores paixões, o Clube de Regatas do Flamengo, como seu tio Osvaldo foi importante para que isso ocorresse e como eles viveram momentos importantes juntos comemorando vitórias do Flamengo. Ainda, como o Flamengo foi criado por Deus, relacionando como se deu a criação do mundo com a criação do Flamengo por Deus, passando por seu surgimento no remo e sua entrada para o futebol após um acontecimento em que pessoas do Fluminense decidiram sair do clube e se juntar ao Flamengo, passando pelos símbolos do clube, pela torcida e sua paixão, até a criação dos demais clubes e dos campeonatos para que houvesse disputas. 

Fonte: Site Terra

Na seção “O urubu que logo sou... que logo somos” os autores participantes da coletânea trabalham com 6 (seis) crônicas que abordam questões de simbolismo, amor e grandeza do Flamengo, mostrando-nos como alguns símbolos do clube surgiram, que alguns deles são utilizados pelas torcidas adversárias de forma preconceituosa para menosprezar o torcedor e o clube, e para isso são utilizadas ligações entre os símbolos, os acontecimentos com músicas, pessoas importantes e questões de pluralidade e singularidade.

Já na seção “O panteão” os autores Fabio Zoboli e Elder Silva Correia constroem uma série de crônicas que elevam os jogadores do histórico time do Flamengo de 1981 ao estatuto de entidades míticas. A proposta dos textos consiste em articular futebol, mitologia e cultura popular, utilizando referências da mitologia grega, da cosmologia iorubá e do folclore brasileiro como metáforas interpretativas das características técnicas e da importância histórica dos atletas.

O argumento central desenvolvido pelos autores é que o futebol, assim como as narrativas míticas das sociedades antigas, produz seus próprios deuses e heróis. Nesse sentido, o campo de jogo é compreendido como um espaço simbólico e ritualístico, no qual feitos esportivos assumem contornos sobre-humanos e passam a integrar o imaginário coletivo da torcida. Essa abordagem confere ao futebol uma dimensão cultural que extrapola o entretenimento, aproximando-o de manifestações religiosas e mitológicas.

Ao longo da seção supracitada, os autores dedicam crônicas específicas a cada jogador, estabelecendo associações simbólicas que buscam traduzir suas funções em campo. Mozer, por exemplo, é comparado a Argos Panoptes, gigante da mitologia grega dotado de cem olhos, metáfora que enfatiza sua vigilância constante na defesa, atuando como guardião do gol. Júnior, por sua vez, é associado a Exu, orixá mensageiro da mitologia iorubá, responsável por abrir caminhos e estabelecer conexões, analogia que evidencia sua capacidade de articular defesa e ataque com inteligência e ambidestria.

Andrade é relacionado a Hefesto, o deus ferreiro, sendo descrito como um “jogador metalúrgico” pela força física na marcação, mas também como um “ourives” pela precisão e qualidade técnica de seus passes. Já a trajetória de Tita é interpretada à luz da tragédia de Édipo, destacando o drama simbólico de enfrentar o clube rival, retornar ao Flamengo e lidar com seu próprio destino esportivo.

Outras associações reforçam a diversidade cultural da análise. Adílio é comparado a Xangô, orixá da justiça e do fogo, ressaltando sua ancestralidade e realeza em campo, enquanto Nunes, o “João Danado”, é associado a Eros, deus do amor, cujos gols são descritos como flechadas passionais que inflamam a torcida. Zico, maior ídolo do clube, é vinculado à figura do alfaiate, profissão de seu pai, sendo apresentado como o artífice que “costura” as jogadas com precisão e harmonia.

Além disso, Lico é associado ao Boto-cor-de-rosa, figura do folclore amazônico, destacando sua habilidade de seduzir e surpreender os adversários. Cantareli é comparado a mágicos ilusionistas, como Houdini, em razão de suas defesas espetaculares, enquanto Carpegiani, técnico da equipe, é relacionado ao Saci-Pererê, símbolo da astúcia e da travessura, responsável por armar estratégias e confundir os oponentes.

A seção se encerra com um paralelo simbólico entre os três títulos conquistados pelo Flamengo em 21 dias no ano de 1981, Campeonato Carioca, Copa Libertadores da América e Mundial Interclubes, e os três santos juninos: Santo Antônio, São João e São Pedro. Essa analogia reforça a ideia de que aquele período representou um momento de “milagre” esportivo, no qual o sagrado e o profano se entrelaçam para consolidar a geração mais vitoriosa da história do clube.

Em outra seção, intitulada “Coloca na moldura”, Zoboli brinca com as mais diversas mitologias (da mitologia grega até a mitologia nordestina) e com as artes plásticas para falar sobre personagens que, para o autor, e também para toda a nação rubro-negra, são considerados importantes ou que marcaram época vestindo a camisa do Flamengo. Um ponto a ser observado é a última crônica da referida seção, pois esta não se refere somente a um personagem, muito menos estabelece alguma relação com seres mitológicos ou com algum componente da arte. Nessa crônica, abre-se espaço para falar sobre o sentido que o futebol dá aos jogadores com apelidos que são remetidos a animais, principalmente no Flamengo, e a ressignificação que esses sentidos sofrem ao serem deslocados para o contexto do futebol.

Além disso, o título da obra funciona como uma metáfora que ajuda a entender o sentido das crônicas. Ele sugere uma reflexão sobre a condição humana, marcada pela adaptação às regras sociais e pela repetição de comportamentos. Ao longo da seção, Zoboli e o conjunto de autores e autoras colaboradores(as) da coletânea levam o(a) leitor(a) a pensar sobre ações que são consideradas normais, mas que merecem ser questionadas.

Em “Chutando de canhota”, o autor se propõe a falar não somente de jogadores de futebol que passaram pelo Flamengo, mas também de atletas de outras modalidades esportivas que estão presentes no clube (como, por exemplo, o remo e o vôlei). Entretanto, diferente das outras seções, aqui, em específico, Zoboli traz uma homenagem a personagens que lutaram por ideais políticos de gênero, raça e liberdade em uma época em que a sociedade brasileira vivia em censura devido à ditadura vigente no país.

Cabe aqui uma menção honrosa dessa seção à crônica destinada à tragédia que aconteceu no “Ninho do Urubu” – o Centro de Treinamento do Flamengo – “Os 10 meninos do Ninho, ou sobre Pinóquios e Come-Fogos”. Nesta crônica, o autor vai prestar uma homenagem aos 10 garotos que faleceram no incêndio do Ninho do Urubu, relacionando com a história original de Pinóquio, traçando comparações sobre infância, sonhos, atuação de gestores e sobre negócios no futebol.

Por fim, a obra organizada por Fábio Zoboli e colaboradores(as) é um deleite para quem é flamenguista (torcedor do Flamengo), mas também é uma ótima recomendação de leitura para quem não tem relação com este clube e gosta de futebol, pois o autor apresenta histórias e personagens marcantes do CRF e que permite, por meio dessa leitura, entender ou compreender o tamanho e a representatividade que este time carrega na cultura brasileira.



As juventudes: como e por que pensar sobre elas?

 


Juventudes é uma expressão que significa jovialidade ou novidade de vida. Muitas pessoas são saudosistas de sua juventude em razão das experiências que foram intensas, relacionadas com mudanças físicas e comportamentais, emocionais e psicológicas. É comum escutarmos que tudo tem relação com os hormônios. No espaço escolar, parei de escutar essa justificativa que era acionada com frequência. Um bom sinal, significando que, ao retirar de pauta uma resposta pronta, outras questões ocupam seu lugar, demandando maior atenção e sensibilidade dos familiares e profissionais. No dia 12 de agosto, foi comemorado o Dia Internacional da Juventude, no entanto, ainda precisamos perguntar: O que é juventude?


Um momento de transição entre a infância e a vida adulta, que se caracteriza como um conceito social, pois para alguns é uma questão biológica ligada à área da saúde a partir das mudanças na corporalidade, para outros é uma questão emocional e comportamental. O básico é relacionar com uma faixa etária específica que pode variar dependendo do contexto a ser aplicado, recorte que estará vinculado ao trabalho, educação e ao direito civil. Na ordem jurídica, a maioridade começa aos 18 anos. A Lei 8.069/1990, conhecida como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ampara essa orientação. A Lei do Jovem Aprendiz (Lei 10.097/2000) considera a definição do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que estabelece a idade a partir dos 14 até 24 anos. Mais recentemente, o Estatuto da Juventude (Lei 12.852/2013) define juventude entre 15 e 29 anos. Independente do recorte etário, a juventude é apresentada como uma categoria social, que representa uma cultura que, para alguns, está atrelada à descoberta do novo, à irresponsabilidade, à rebeldia e a uma capacidade de correr riscos. É necessário destacar que essa é somente uma parte do que pode ser falado sobre juventude. A realidade de inúmeros jovens, embora as transformações físicas e a faixa etária, é muito distinta ao ponto de as leis citadas serem consideradas marcos importantes para garantia de direitos que visam protegê-las das explorações, abusos e violências praticadas pelo mundo adulto.

CONTINUAR LENDO EM: https://pensaraeducacao.com.br/as-juventudes-como-e-por-que-pensar-sobre-elas/

Os Trombadinhas a partir de Guerreiro Ramos

 


III Seminário de Extensão Pensadores Sociais e o Esporte no Cinema UFS. - Aracaju-SE.

O filme “Os trombadinhas” e o pensador social Guerreiro Ramos.


Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=bhq2EoO2mBo



SC aprova projeto que acaba com cotas raciais em universidades estaduais





Programa ND Notícias

SC aprova projeto que acaba com cotas raciais em universidades estaduais.

Deputados estaduais de Santa Catarina aprovaram recentemente um projeto de lei que elimina as cotas raciais nas universidades e instituições de ensino que recebem recursos do governo do estado. A decisão gera repercussão e amplia o debate sobre inclusão, equidade e acesso ao ensino superior.

Disponível em:

https://www.youtube.com/watch?v=3bSuqmo10bc




Enseñanza Estudos Sociais

 


Live: Centenário da Coluna Prestes. 🚩

 


Live da ANASO.BR – Associação Nacional dos Sociólogos e Sociólogas

🎥 Tema: Centenário da Coluna Prestes. 🚩

No dia 12 de dezembro, vamos mergulhar na história de um dos maiores feitos da nossa trajetória: o Centenário da Coluna Prestes!

Há 100 anos, a Coluna Prestes partia em uma jornada épica pelo Brasil, carregando um ideal de liberdade e justiça que ecoa até hoje. Por mais de dois anos, 1.500 homens percorreram 25 mil km pelo interior do Brasil pregando justiça e lutando contra as oligarquias. Uma epopeia de resistência, coragem e luta por um país mais justo.

Para celebrar esse marco de coragem e resistência, convidamos você para uma live especial de homenagem. Vamos relembrar a trajetória, os ideais e o espírito inquebrantável desses homens e mulheres que acreditaram em um Brasil melhor.

Na nossa live especial, no dia 12/12, vamos desvendar:

🗺️ A rota e os desafios da Grande Marcha.

💡 O legado e o significado da Coluna para o Brasil de hoje.

📚 As histórias por trás dos nomes que fizeram história.

Uma noite para nos inspirarmos na história e refletirmos sobre a nossa própria caminhada. Uma conversa necessária para entender o passado e refletir sobre o futuro.

Convidados:

Mario Miranda Antônio Junior - Sociólogo – FESPSP, Mestre em Serviço Social e Políticas Sociais – Unifesp.

Danilo Quintino Tenório - Mestrando em Direitos Humanos pela Universidade Federal de Pernambuco (PPGDH/UFPE). Especialista em História e Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras. Graduado em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras. Pós-graduando em Ciências Políticas pela Universidade Estácio de Sá e membro da ReBEDH-PE.

Leonardo Sartoretto - professor do curso de Ciência Política e Sociologia da UNILA - Universidade Federal da Integração Latino-americana. É formado em Ciências Sociais pela UNESP - Universidade Estadual Paulista, instituição pela qual realizou também seu mestrado e doutorado. 

Uma noite para nos inspirarmos na história e refletirmos sobre a nossa própria caminhada.


DISPONÍVEL EM: https://www.youtube.com/watch?v=QCM2GuCMxpY







Live em homenagem ao Dia Nacional do(a) Sociólogo(a)

 


Live especial com participação de diretores e diretoras da ANASO.BR.

DISPONÍVEL EM: https://www.youtube.com/watch?v=h5YF0d-kQDw&t=1s




Casos de racismo no futebol de SC mostram a importância da conscientização



Por Jorge Jr. - Florianópolis

De ofensas na várzea a traumas na base, levantamento do Núcleo de Dados analisou mais de 3 mil súmulas e mapeou 26 casos de racismo e injúria racial no futebol catarinense desde 2021.


(...) 

Sociólogo e pesquisador sobre o tema na UFSC, Daniel Machado da Conceição traz a importância que o esporte tem para a população e como ele pode auxiliar no ataque aos casos de racismo.

“O esporte, de maneira geral, é um grande professor na sociedade. Ele é um veículo ideológico da modernidade, ele transmite valores. Agora, se nós aprendermos também com esse esporte a sermos racistas, porque ele era assim desigual e racial. Esse mesmo esporte tem potencial transformador. Ele pode mudar e trazer sim maior igualdade”.

(...)

"Ele dói, ele deixa marcas por toda uma vida, mas não é do futebol, não é algo exclusivo do futebol, e isso nós precisamos entender. Ele está na sociedade brasileira presente, é uma marca muito forte, estigmatizando a população negra, e colocando ela em um outro lugar, outro espaço”, destaca Daniel Machado Conceição.

(...)


DISPONÍVEL EM: https://ndmais.com.br/futebol/casos-de-racismo-no-futebol-de-sc-mostram-a-importancia-da-conscientizacao/ 


Núcleo de Dados do Grupo ND mapeia 5 anos de racismo no futebol catarinense

 


No Dia da Consciência Negra, o Grupo ND apresenta um levantamento inédito sobre os casos de injúria racial no futebol catarinense. O Núcleo de Dados analisou ocorrências registradas nos últimos cinco anos, revelando padrões, frequência das denúncias e o impacto para atletas e clubes.

DISPONÍVEL EM: https://www.youtube.com/watch?v=oD9PoVhDf1g




Casos recentes de racismo e preconceito geram repercussão em SC - Programa ND Notícias

Dois casos recentes chamaram atenção e reacenderam o debate sobre respeito à diversidade no Brasil. Uma ex-conselheira do Avaí agrediu verbalmente um torcedor do Remo com palavras racistas, enquanto o chanceler alemão gerou polêmica com comentário depreciativo sobre Belém durante a COP 30.


DISPONÍVEL EM: https://www.youtube.com/watch?v=VBx0yQaqFhY




Mesa Temática 01 - Carrera de futbolista: formación, reclutamiento y migración de jugadores/as

 




IV Colóquio Internacional INCT FUTEBOL: Futebol e Estudos Sociais - cidades de La Plata, Buenos Aires e San Martin, Argentina.

Ubicación: UNSAM - Campus Miguelete - Auditorio Lectura Mundi - Edificio Tornavías

Coordinación: Dr. Santiago Uliana (UBA y UNDAV) y Dra. Nemesia Hijós (UNMdP - CONICET).

Participación: Dr. Federico Czesli (UNSAM), Dr. Daniel Machado da Conceição (SME de Florianópolis), Dra. Marina de Mattos (UEMG), Walter Barraza (Scouting de jugadores juveniles Club Independiente de Avellaneda).

DISPONÍVEL EM: https://www.youtube.com/watch?v=rViB9mQu8F8&t=2135s 



OrientERER :desafios para materialização da Educação das Relações Étnico-Raciais na Educação Básica

 


Evento: XXXI Seminário dos Orientadores Educacionais de Santa Catarina. Tema: As reestruturações no campo do trabalho e as interfaces com o campo escolar: a formação docente e dos especialistas em educação/orientação educacional. Quero agradecer à Associação dos Orientadores Educacionais de Santa Catarina (AOESC) pelo convite. Reconhecer a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (ALESC), Comissão de Educação e Cultura e Escola do Legislativo, bem como o apoio da Associação Catarinense de Psicopedagogos. Parabenizo pelo evento e por incluir na pauta uma conversa sobre Educação das Relações Étnico-Raciais e agradeço a todos que tiveram paciência ou que não ficaram incomodados em escutar. rsrsrsrsrs.

Palestra: "OrientERER :desafios para materialização da Educação das Relações Étnico-Raciais na Educação Básica". Palestrante: Dr. Daniel Machado da Conceição (Me. e Dr. em Educação, Prof. História RMEF). Mediação: Me. Edemilson Gomes de Souza.

Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=5ppJcUkJqvQ&ab_channel=assembleiasc




Dia Internacional da Juventude: Debate sobre Juventudes, Trabalho e Educação

 


Canal da Anaso.Br no YouTube


🎉 Celebre o Dia Internacional da Juventude conosco!

No dia 12 de agosto, comemoramos o Dia Internacional da Juventude, uma data criada pela ONU para destacar a importância dos jovens na sociedade e promover ações que garantam seus direitos e oportunidades.

Neste ano, nossa live terá como tema central "Juventude, Trabalho e Educação", discutindo os desafios e oportunidades que os jovens enfrentam no mercado de trabalho e no acesso à educação de qualidade.


O que vai rolar na live?

✅ Legislação: Legislação: ECA (Lei 8.069/1990), Estatuto da Juventude (Lei 12.852/2013) e Lei da Aprendizagem (Lei 10.097/2000).

✅ Debate sobre empregabilidade juvenil: Acesso ao mundo do trabalho.

✅ Educação transformadora: A importância da escolarização.

✅ Políticas públicas: O que governos e empresas podem fazer para apoiar a juventude?

✅ Interação ao vivo: Tire suas dúvidas e compartilhe sua opinião!


Convidados especiais:

👤 Dr. Marcos Rogério dos Santos - Sociólogo; Mestre e Doutor em Educação (UFSC); PROAFE/UFPR.

👤 Dr. Daniel Machado da Conceição - Sociólogo; Mestre e Doutor em Educação (UFSC); Coordenador Educacional no Instituto ABRE; Dirigente Anaso.Br,


Por que participar?

🔹 Aprenda sobre oportunidades de qualificação e emprego.

🔹 Exija seus direitos e conheça políticas de apoio à juventude.

🔹Conhece o papel do Sociólogo na elaboração, execução e avaliação de projetos e políticas públicas para juventude.


📢 Não fique de fora! Conecte-se, participe e seja parte dessa transformação.

👉 Ative o lembrete e compartilhe com a galera!

#DiaDaJuventude #JuventudeNoTrabalho #EducaçãoTransformadora #12deAgosto#Anaso.br


Associação Nacional dos Sociólogos e Sociólogas - ANASOBR

Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=mC9-agExmKE&ab_channel=Assoc.Nac.dosSoci%C3%B3logosSoci%C3%B3logasANASOBR





Webinário "Formação No Futebol: Transição, Desafios e Possibilidades Através Da Educação Formal"

 



O primeiro webinário de agosto do INCT será no dia 7 (quinta-feira), às 19h, com o tema: "Formação no futebol, transição, desafios e possibilidades através da educação formal".

👉 Vamos contar com a presença ilustre de Silvana Trevisan, pioneira do serviço social no futebol, com uma extensa atuação nas categorias de base do futebol paulistano.

👉 Silvana é graduada em Assistência Social pela Faculdade Paulista de Serviço Social de São Caetano do Sul (FAPSS). Atualmente, atua no Sindicato de Atletas Profissionais do Estado de São Paulo.

👉 No evento, Silvana irá abordar a importância da discussão sobre a educação formal e os desafios para uma transição digna e segura no futebol.

👉 O webinário terá a mediação dos professores Daniel Machado da Conceição (UFSC/INCT Futebol) e Julio Cesar Couto de Souza (UFSC/INCT Futebol).

✍️ Vai preparando suas perguntas para enviá-las pelo chat durante o webinário. Ele será transmitido pelo YouTube do INCT Futebol (@INCTFutebol).

#futebol #estudosdoesporte #estudosdofutebol #pesquisa #cienciashumanas #webinario #formacaoesportiva #categoriasdebase

DISPONÍVEL EM: 


||| Roda de conversa: Reflexões sobre o acesso à Universidade

 



Vem a 3° Roda de Conversa promovida pela equipe do projeto de extensão UFPR Seu Lugar; um evento pensado para quem está cursando ou já concluiu o ensino médio e que tem dúvidas sobre qual curso de graduação escolher; qual caminho profissional percorrer ou que deseja saber um pouco mais sobre as possíveis exigências para inserir-se no mercado de trabalho.

A conversa vai contar com a presença de profissionais que têm vasta experiência nos temas a serem considerados.

Contamos com a sua presença!

Participar da conversa pode ser uma forma de esclarecer dúvidas, de aprender e (re) pensar estratégias para ingressar na UFPR ou em outras instituições de ensino e de construir uma carreira profissional com diferentes possibilidades.




Visita Especial à Turma de Maringá do Instituto ABRE - 20 de março de 2024

 



No último dia 1º de março, o Coordenador Educacional do Instituto ABRE, Professor Daniel Machado, teve o prazer de visitar nossa turma de aprendizes em Maringá. Foi uma oportunidade incrível para conhecer cada um dos nossos jovens e trocar informações sobre o projeto nacional do Instituto ABRE.

Durante a visita, Professor Daniel destacou a importância de estreitar laços e garantir que estamos atendendo às necessidades dos nossos jovens da melhor maneira possível. Além disso, ele ressaltou o papel crucial dos instrutores na orientação e inspiração dos alunos.

As instalações do projeto, localizadas na Faculdade Eficaz, proporcionaram um ambiente ideal para essa troca de experiências e aprendizado mútuo.

Após a visita, em reunião com a Diretoria do Instituto ABRE, professor Daniel demonstrou empolgação em fazer parte desse projeto nacional e ansioso para os frutos que essa colaboração trará para nossos jovens e para a comunidade de Maringá como um todo.

 Instituto ABRE

www.institutoabre.org.br

DISPONÍVEL EM: https://blog.portalabre.com.br/2024/03/20/visita-especial-a-turma-de-maringa-do-instituto-abre/ 

Workshop sobre o livro `Líder sem Estado-maior`, Carlos Matus

 


Associação Nacional dos Sociólogos e Sociólogas - ANASOBR, com base na resenha do livro `O Líder sem Estado-Maior`, de Carlos Matus, apresenta o Whorkshop - Título: "Governar é Saber Aprender: Liderança Estratégica no Setor Público segundo Carlos Matus" .

Promoção:

Associação Nacional dos Sociólogos e Sociólogas – ANASO.Br.


Ementa:

Este workshop tem como objetivo apresentar e discutir os principais conceitos do livro O Líder sem Estado-Maior, de Carlos Matus, explorando os desafios da liderança governamental no contexto brasileiro. A partir de uma análise crítica das ideias de Matus, serão abordados temas como: capacidade de governo, tipos de liderança, planejamento estratégico, tecnopolítica e superação da visão fragmentada na gestão pública. O evento também refletirá sobre a formação de lideranças públicas mais preparadas técnica e politicamente para enfrentar os problemas complexos da sociedade contemporânea.


Tópicos abordados:

Diferença entre cacique, político e estadista.

Capacidade de governar e governabilidade.

O papel do gabinete e da Unidade Técnico-Política (UTP).

Liderança tecnopolítica e interdisciplinaridade.

Planejamento estratégico situacional e gestão de crises.

Modernização do Estado e superação da visão departamentalizada.


Público-Alvo:

Estudantes e profissionais de Sociologia, Administração Pública, Ciência - - - Política e áreas afins.

Servidores públicos, gestores e lideranças políticas.

Pesquisadores e estudiosos da gestão pública.

Interessados em liderança política e inovação no setor público.


Palestrante: Ricardo Antunes de Abreu, Sociólogo DRT-MTE 1560 e Especialista em Gestão Pública (Curso especialização Prefeitura de Guaruhos ESAP e UNICAMP) e Vice Presidente da Associação Nacional dos Sociólogos e Sociólogas - ANASO.BR (mandato 2025-2029)

Obs.: Para o melhor aproveitamento do Whorkshop, acessar e baixar os seguintes arquivos:

1 -  Resenha do livro - https://drive.google.com/file/d/1oZKx...

 2 -  Slide apresentação - https://drive.google.com/file/d/1tzTa...

DISPONÍVEL EM: 



Racismo no Esporte: Muito além do que você imagina - acadêmicos em EF pela UFS.

 


O esporte é símbolo de superação, inclusão e união. Mas... será mesmo para todos?

Neste vídeo, vamos explorar o racismo no esporte — um problema invisível para alguns, mas escancarado na rotina de milhares de atletas. Por que ainda há tantos casos de discriminação nas quadras, campos e pistas? O racismo no esporte vai muito além de xingamentos... ele está na estrutura, nas oportunidades e no silêncio.

O professor Dr. Daniel Machado da Conceição nos auxilia nessa empreitada. 

O nosso intuito com esse vídeo foi tentar levar uma reflexão sobre o racismo, especificamente o racismo no esporte.


Direção e autoria:

Maria Rute da Conceição dos Santos 

Guilherme da Conceição Freitas 

João Araújo Pinto Neto

Jonathan Luiz Silva Santos


DISPONÍVEL EM: https://youtu.be/BR3lb41CcW0




https://drive.google.com/file/d/1-wNd5oYVddrpxrvG8JxV6zxPDswvvZtY/view?usp=drive_link


Webinário "Como ser Jogador de Futebol no Brasil, Antes, Durante e Depois?"

 



Betão atuou como zagueiro, volante, lateral-direito e lateral-esquerdo por 21 temporadas! Também foi coordenador técnico das categorias de base do Avaí e do Fortaleza, e diretor técnico do Náutico.

📈 Atualmente, é gestor esportivo Conmebol (@conmebol) e executivo de futebol CBF Academy (@cbfacademy). Também é comentarista esportivo da TV Globo.

👉 O webinário terá a mediação de Rafael Moreno Castelanni (doutor em Psicologia Social pela USP) e Daniel Machado da Conceição (professor da SME/PMF e membro do INCT Futebol).






“IA” no pretérito imperfeito do indicativo de humanidade



Estamos vivendo um momento extraordinário da breve jornada do Homo sapiens no planeta Terra e como resultado, encaramos as consequências do que está sendo chamado de antropoceno, impactos pelas ações indiscriminadas do ser humano na natureza. Na busca pelo conforto e segurança, realizamos desenvolvimentos tecnológicos que acabam por diminuir o esforço físico e mental para realização de tarefas até mesmo simples do cotidiano. Tal fato nos deixa acomodados nas mais diversas dimensões da vida humana. 

Ambos os processos estão conectados, no segundo caso, permitem a intensificação da nossa produtividade, acelerando o processo e criando uma dependência do “trabalho não vivo”. O exemplo mais recente é a chegada da Inteligência Artificial (IA). É sabido que o impacto da chamada quinta Revolução Industrial será transformadora e duradoura, seus efeitos podem ser comparados com a revolução científica ocorrida na transição do mundo moderno para o contemporâneo. Estamos observando novos questionamentos que tensionam princípios filosóficos, dogmas religiosos e redefinem as interações sociais entre humanos e agora com não-humanos. 

Acalorados debates sobre vida e morte, inteligência e consciência, além da capacidade humana autoral, invenção e criação, estão sendo discutidos a partir de novas premissas e atributos que anteriormente nunca estiveram postos.

Surpreende observar a velocidade do desenvolvimento tecnológico e como cada vez mais suscita dúvidas sobre o que é realidade (real) e o que é trabalho não vivo (artificial). Na última semana, o lançamento de uma atualização da IA Flow(1), Veo 3 do Google, ferramenta para geração de vídeo, tensiona a linha entre o real e o artificial. A recente atualização para produção de vídeos por meio da inteligência artificial são estarrecedoras e fantásticas. 

A chamada realidade aumentada está confundindo as pessoas que assistem aos vídeos e aceitam com naturalidade, se emocionam com a expressividade dos personagens artificiais e acabam até mesmo por questionar como que determinado vídeo não é real. Estamos partindo do princípio de que a realidade está dada e duvidamos que aquilo que observamos seja algo não-real. Os incríveis avanços tecnológicos no campo da produção de imagens estão permitindo que artificial (“irreal”) seja aceito como realidade (“real”).

CONTINUE LENDO EM:

http://pensaraeducacao.com.br/ia-no-preterito-imperfeito-do-indicativo-de-humanidade/


https://www.instagram.com/p/DKcVqGvNpUz/?igsh=MXYzaGI2bHZpb2U4Nw==