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Dia Internacional da Juventude: Debate sobre Juventudes, Trabalho e Educação

 


Canal da Anaso.Br no YouTube


🎉 Celebre o Dia Internacional da Juventude conosco!

No dia 12 de agosto, comemoramos o Dia Internacional da Juventude, uma data criada pela ONU para destacar a importância dos jovens na sociedade e promover ações que garantam seus direitos e oportunidades.

Neste ano, nossa live terá como tema central "Juventude, Trabalho e Educação", discutindo os desafios e oportunidades que os jovens enfrentam no mercado de trabalho e no acesso à educação de qualidade.


O que vai rolar na live?

✅ Legislação: Legislação: ECA (Lei 8.069/1990), Estatuto da Juventude (Lei 12.852/2013) e Lei da Aprendizagem (Lei 10.097/2000).

✅ Debate sobre empregabilidade juvenil: Acesso ao mundo do trabalho.

✅ Educação transformadora: A importância da escolarização.

✅ Políticas públicas: O que governos e empresas podem fazer para apoiar a juventude?

✅ Interação ao vivo: Tire suas dúvidas e compartilhe sua opinião!


Convidados especiais:

👤 Dr. Marcos Rogério dos Santos - Sociólogo; Mestre e Doutor em Educação (UFSC); PROAFE/UFPR.

👤 Dr. Daniel Machado da Conceição - Sociólogo; Mestre e Doutor em Educação (UFSC); Coordenador Educacional no Instituto ABRE; Dirigente Anaso.Br,


Por que participar?

🔹 Aprenda sobre oportunidades de qualificação e emprego.

🔹 Exija seus direitos e conheça políticas de apoio à juventude.

🔹Conhece o papel do Sociólogo na elaboração, execução e avaliação de projetos e políticas públicas para juventude.


📢 Não fique de fora! Conecte-se, participe e seja parte dessa transformação.

👉 Ative o lembrete e compartilhe com a galera!

#DiaDaJuventude #JuventudeNoTrabalho #EducaçãoTransformadora #12deAgosto#Anaso.br


Associação Nacional dos Sociólogos e Sociólogas - ANASOBR

Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=mC9-agExmKE&ab_channel=Assoc.Nac.dosSoci%C3%B3logosSoci%C3%B3logasANASOBR





Webinário "Formação No Futebol: Transição, Desafios e Possibilidades Através Da Educação Formal"

 



O primeiro webinário de agosto do INCT será no dia 7 (quinta-feira), às 19h, com o tema: "Formação no futebol, transição, desafios e possibilidades através da educação formal".

👉 Vamos contar com a presença ilustre de Silvana Trevisan, pioneira do serviço social no futebol, com uma extensa atuação nas categorias de base do futebol paulistano.

👉 Silvana é graduada em Assistência Social pela Faculdade Paulista de Serviço Social de São Caetano do Sul (FAPSS). Atualmente, atua no Sindicato de Atletas Profissionais do Estado de São Paulo.

👉 No evento, Silvana irá abordar a importância da discussão sobre a educação formal e os desafios para uma transição digna e segura no futebol.

👉 O webinário terá a mediação dos professores Daniel Machado da Conceição (UFSC/INCT Futebol) e Julio Cesar Couto de Souza (UFSC/INCT Futebol).

✍️ Vai preparando suas perguntas para enviá-las pelo chat durante o webinário. Ele será transmitido pelo YouTube do INCT Futebol (@INCTFutebol).

#futebol #estudosdoesporte #estudosdofutebol #pesquisa #cienciashumanas #webinario #formacaoesportiva #categoriasdebase

DISPONÍVEL EM: 


||| Roda de conversa: Reflexões sobre o acesso à Universidade

 



Vem a 3° Roda de Conversa promovida pela equipe do projeto de extensão UFPR Seu Lugar; um evento pensado para quem está cursando ou já concluiu o ensino médio e que tem dúvidas sobre qual curso de graduação escolher; qual caminho profissional percorrer ou que deseja saber um pouco mais sobre as possíveis exigências para inserir-se no mercado de trabalho.

A conversa vai contar com a presença de profissionais que têm vasta experiência nos temas a serem considerados.

Contamos com a sua presença!

Participar da conversa pode ser uma forma de esclarecer dúvidas, de aprender e (re) pensar estratégias para ingressar na UFPR ou em outras instituições de ensino e de construir uma carreira profissional com diferentes possibilidades.




Visita Especial à Turma de Maringá do Instituto ABRE - 20 de março de 2024

 



No último dia 1º de março, o Coordenador Educacional do Instituto ABRE, Professor Daniel Machado, teve o prazer de visitar nossa turma de aprendizes em Maringá. Foi uma oportunidade incrível para conhecer cada um dos nossos jovens e trocar informações sobre o projeto nacional do Instituto ABRE.

Durante a visita, Professor Daniel destacou a importância de estreitar laços e garantir que estamos atendendo às necessidades dos nossos jovens da melhor maneira possível. Além disso, ele ressaltou o papel crucial dos instrutores na orientação e inspiração dos alunos.

As instalações do projeto, localizadas na Faculdade Eficaz, proporcionaram um ambiente ideal para essa troca de experiências e aprendizado mútuo.

Após a visita, em reunião com a Diretoria do Instituto ABRE, professor Daniel demonstrou empolgação em fazer parte desse projeto nacional e ansioso para os frutos que essa colaboração trará para nossos jovens e para a comunidade de Maringá como um todo.

 Instituto ABRE

www.institutoabre.org.br

DISPONÍVEL EM: https://blog.portalabre.com.br/2024/03/20/visita-especial-a-turma-de-maringa-do-instituto-abre/ 

Workshop sobre o livro `Líder sem Estado-maior`, Carlos Matus

 


Associação Nacional dos Sociólogos e Sociólogas - ANASOBR, com base na resenha do livro `O Líder sem Estado-Maior`, de Carlos Matus, apresenta o Whorkshop - Título: "Governar é Saber Aprender: Liderança Estratégica no Setor Público segundo Carlos Matus" .

Promoção:

Associação Nacional dos Sociólogos e Sociólogas – ANASO.Br.


Ementa:

Este workshop tem como objetivo apresentar e discutir os principais conceitos do livro O Líder sem Estado-Maior, de Carlos Matus, explorando os desafios da liderança governamental no contexto brasileiro. A partir de uma análise crítica das ideias de Matus, serão abordados temas como: capacidade de governo, tipos de liderança, planejamento estratégico, tecnopolítica e superação da visão fragmentada na gestão pública. O evento também refletirá sobre a formação de lideranças públicas mais preparadas técnica e politicamente para enfrentar os problemas complexos da sociedade contemporânea.


Tópicos abordados:

Diferença entre cacique, político e estadista.

Capacidade de governar e governabilidade.

O papel do gabinete e da Unidade Técnico-Política (UTP).

Liderança tecnopolítica e interdisciplinaridade.

Planejamento estratégico situacional e gestão de crises.

Modernização do Estado e superação da visão departamentalizada.


Público-Alvo:

Estudantes e profissionais de Sociologia, Administração Pública, Ciência - - - Política e áreas afins.

Servidores públicos, gestores e lideranças políticas.

Pesquisadores e estudiosos da gestão pública.

Interessados em liderança política e inovação no setor público.


Palestrante: Ricardo Antunes de Abreu, Sociólogo DRT-MTE 1560 e Especialista em Gestão Pública (Curso especialização Prefeitura de Guaruhos ESAP e UNICAMP) e Vice Presidente da Associação Nacional dos Sociólogos e Sociólogas - ANASO.BR (mandato 2025-2029)

Obs.: Para o melhor aproveitamento do Whorkshop, acessar e baixar os seguintes arquivos:

1 -  Resenha do livro - https://drive.google.com/file/d/1oZKx...

 2 -  Slide apresentação - https://drive.google.com/file/d/1tzTa...

DISPONÍVEL EM: 



Racismo no Esporte: Muito além do que você imagina - acadêmicos em EF pela UFS.

 


O esporte é símbolo de superação, inclusão e união. Mas... será mesmo para todos?

Neste vídeo, vamos explorar o racismo no esporte — um problema invisível para alguns, mas escancarado na rotina de milhares de atletas. Por que ainda há tantos casos de discriminação nas quadras, campos e pistas? O racismo no esporte vai muito além de xingamentos... ele está na estrutura, nas oportunidades e no silêncio.

O professor Dr. Daniel Machado da Conceição nos auxilia nessa empreitada. 

O nosso intuito com esse vídeo foi tentar levar uma reflexão sobre o racismo, especificamente o racismo no esporte.


Direção e autoria:

Maria Rute da Conceição dos Santos 

Guilherme da Conceição Freitas 

João Araújo Pinto Neto

Jonathan Luiz Silva Santos





Webinário "Como ser Jogador de Futebol no Brasil, Antes, Durante e Depois?"

 



Betão atuou como zagueiro, volante, lateral-direito e lateral-esquerdo por 21 temporadas! Também foi coordenador técnico das categorias de base do Avaí e do Fortaleza, e diretor técnico do Náutico.

📈 Atualmente, é gestor esportivo Conmebol (@conmebol) e executivo de futebol CBF Academy (@cbfacademy). Também é comentarista esportivo da TV Globo.

👉 O webinário terá a mediação de Rafael Moreno Castelanni (doutor em Psicologia Social pela USP) e Daniel Machado da Conceição (professor da SME/PMF e membro do INCT Futebol).






“IA” no pretérito imperfeito do indicativo de humanidade



Estamos vivendo um momento extraordinário da breve jornada do Homo sapiens no planeta Terra e como resultado, encaramos as consequências do que está sendo chamado de antropoceno, impactos pelas ações indiscriminadas do ser humano na natureza. Na busca pelo conforto e segurança, realizamos desenvolvimentos tecnológicos que acabam por diminuir o esforço físico e mental para realização de tarefas até mesmo simples do cotidiano. Tal fato nos deixa acomodados nas mais diversas dimensões da vida humana. 

Ambos os processos estão conectados, no segundo caso, permitem a intensificação da nossa produtividade, acelerando o processo e criando uma dependência do “trabalho não vivo”. O exemplo mais recente é a chegada da Inteligência Artificial (IA). É sabido que o impacto da chamada quinta Revolução Industrial será transformadora e duradoura, seus efeitos podem ser comparados com a revolução científica ocorrida na transição do mundo moderno para o contemporâneo. Estamos observando novos questionamentos que tensionam princípios filosóficos, dogmas religiosos e redefinem as interações sociais entre humanos e agora com não-humanos. 

Acalorados debates sobre vida e morte, inteligência e consciência, além da capacidade humana autoral, invenção e criação, estão sendo discutidos a partir de novas premissas e atributos que anteriormente nunca estiveram postos.

Surpreende observar a velocidade do desenvolvimento tecnológico e como cada vez mais suscita dúvidas sobre o que é realidade (real) e o que é trabalho não vivo (artificial). Na última semana, o lançamento de uma atualização da IA Flow(1), Veo 3 do Google, ferramenta para geração de vídeo, tensiona a linha entre o real e o artificial. A recente atualização para produção de vídeos por meio da inteligência artificial são estarrecedoras e fantásticas. 

A chamada realidade aumentada está confundindo as pessoas que assistem aos vídeos e aceitam com naturalidade, se emocionam com a expressividade dos personagens artificiais e acabam até mesmo por questionar como que determinado vídeo não é real. Estamos partindo do princípio de que a realidade está dada e duvidamos que aquilo que observamos seja algo não-real. Os incríveis avanços tecnológicos no campo da produção de imagens estão permitindo que artificial (“irreal”) seja aceito como realidade (“real”).

CONTINUE LENDO EM:

http://pensaraeducacao.com.br/ia-no-preterito-imperfeito-do-indicativo-de-humanidade/


https://www.instagram.com/p/DKcVqGvNpUz/?igsh=MXYzaGI2bHZpb2U4Nw==

Live: A escravidão em "tempos pós-modernos"

 








Live da Associação Nacional de Sociólogos e Sociólogas (ANASO.BR)

Tema: A escravidão em "tempos pós-modernos". 

Participantes:

Esp. Rose Souza e Silva - Presidente ANASO.BR; Socióloga; Especialista em Sociologia do Trabalho e Exclusão Social.  Mestranda em Governança Global; Servidora da Secretaria de Estado do Trabalho e Bem-estar Social de Roraima; Membra do Observatório do Trabalho do Estado de Roraima, Observatório dos Povos Originários e Observatório do Bem-estar Social de Roraima.

Dr. Lucas Maciel Ferreira - Sociólogo; Mestre e Doutor em Sociologia e Ciência Política (UFSC). Trabalha com as áreas de Relações Raciais, Sociologia Política, Sociologia da Saúde, Sociologia do Trabalho e Educação das Relações Étnico-Raciais.

Dr. Daniel Machado da Conceição - Sociólogo; Mestre e Doutor em Educação (UFSC). Pesquisador associado ao Núcleo de Estudos e Pesquisas Educação e Sociedade Contemporânea (NEPESC/UFSC), participa do Grupo Esporte e Sociedade. Membro do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Estudos de Futebol Brasileiro (INCT Futebol); Membro da Associação de Educadores Negros e Negras de Santa Catarina (AENSC); e, Coordenador Educacional no Instituto ABRE.

Descrição da live:

A escravidão em "tempos pós-modernos" persiste sob novas formas, apesar de sua abolição formal na maioria dos países. Embora a escravidão tradicional tenha sido amplamente erradicada, condições análogas à escravidão continuam a existir em setores da economia global, frequentemente associadas a desigualdades estruturais, exploração laboral e tráfico de pessoas.

Esse é um problema complexo, ligado a dinâmicas econômicas, migratórias e legais. Sua erradicação exige cooperação global, fortalecimento de leis trabalhistas e mudanças nos padrões de consumo. Enquanto houver desigualdade extrema e lucro baseado na exploração, formas de escravidão continuarão a existir.



A polêmica da camisa vermelha da seleção brasileira: futebol e ideologia em estado puro

 


Acompanhar postagens e memes que recebemos cotidianamente por meio de sites ou redes sociais nos coloca em contato com um intenso e exponencial universo discursivo que expõe as múltiplas, difusas e diferentes vozes da sociedade contemporânea. Quando o assunto é o futebol, então, temos uma exacerbação das paixões e dos afetos. Isso porque, nesse caso, está envolvida a dimensão das relações clubísticas, hoje em dia muito mais intensas se comparadas com a que a torcida brasileira teve (e tem) com a seleção brasileira de futebol masculino.

Aqui, abrimos um parêntese mais que necessário: as transformações dos tempos nos fazem usar a complementação “masculino” para especificarmos a qual futebol estamos nos referindo na frase acima. Isso revela a necessidade de separar o que consideramos quanto às seleções brasileiras de futebol: a masculina, cada vez mais perdendo relevância e interesse, e a feminina, cada vez mais gerando atenção e mobilizando novos afetos para quem outrora não sabia da existência e da qualidade do futebol feminino brasileiro. Fechamos nosso parêntese e seguimos com a discussão pretendida: refletir sobre a atual polêmica, no Brasil, quanto às possíveis novas cores do uniforme da seleção brasileira.

Desde nossos tempos de escola, somos ensinados sobre o significado das cores da bandeira brasileira, seja nas aulas de Educação Moral e Cívica (EMOCI) ou Organização Social e Política Brasileira (OSPB) – inserções curriculares decorrentes das ideias militares nos espaços educativos – ou em qualquer outro componente curricular. É comum aprendermos que a cor verde corresponde às grandes extensões territoriais de matas 1, que o losango na cor amarela representa as riquezas naturais 2, o círculo azul representa o céu do Rio de Janeiro no momento da Proclamação da República, e o branco – na faixa em que temos o lema positivista “Ordem e Progresso” – representa a paz e a união entre os estados brasileiros.

É sempre de bom-tom desconfiar do senso comum: nossa bandeira não tem essas cores por essa simbologia tão óbvia. Vamos aproveitar, então, a polêmica envolvendo a cor vermelha no nosso uniforme da seleção de futebol para discutir sobre nossas cores e suas simbologias. Assim, em meio a mais uma polêmica, fruto de questões ideológicas bastante intensas no Brasil atual, podemos fazer disso algo pedagógico: aprender sobre nossos símbolos, nossa história e nosso momento atual!

Diferentemente do que aprendemos, as cores da bandeira brasileira são referências à monarquia e às poderosas famílias dos primeiros governantes brasileiros, e não a questões relacionadas à natureza ou às nossas riquezas naturais. Numa rápida pesquisa na internet 3, aprendemos que a versão oficial da bandeira foi adotada em 15 de novembro de 1889, após a chamada “Proclamação da República”. Nela, o verde representa a Dinastia Bragança (à qual Dom Pedro I pertencia) e o amarelo representa a Dinastia Habsburgo (da Imperatriz Leopoldina, esposa de Dom Pedro I). Lembremos, também, imersos no doentio universo ideológico que tomou conta e bestializou boa parte do Brasil, que o nome do nosso país se deve ao grande número de árvores denominadas “pau-brasil”, em que a palavra “brasil” (com “b” minúsculo) significa “vermelho como brasa”.


CONTINUAR LENDO EM: https://www.inctfutebol.com.br/post/a-pol%C3%AAmica-da-camisa-vermelha-da-sele%C3%A7%C3%A3o-brasileira-futebol-e-ideologia-em-estado-puro

 


Ao ponderar sobre o mundo e as muitas disputas nas mais diversas áreas e dimensões da vida humana, é perceptível que algo vai mal. Viver se tornou desprezível pelo fato de suportar a aberração de ter que afirmar a todo instante que sou sobrevivente.  Morrer ou deixar viver não passa mais por uma questão ética, ou moral, é somente mais um estágio da futilidade das relações. A vida pode valer menos que uma frustração amorosa, financeira, de autoestima ou de ignorância.

Todo desenvolvimento tecnológico e o aperfeiçoamento da técnica, que proporcionam maior conforto e até aumentam nossa longevidade, não conseguem mudar nossa relação com o planeta e com outros seres humanos. As desigualdades são ampliadas e encaradas como justas. A precarização da vida, materializada na moradia, alimentação e trabalho, não comove mais. As desgraças de uma sociedade falida atordoam, ainda chocam, mas não provocam repulsa, pois o sentimento de sobrevivência é um alento que diz, continuamente, ainda bem que não foi comigo.  

Observo uma intensificação da individualização que devasta relações familiares, vicinais, educacionais e mesmo empresariais. A necessidade de ser o melhor cria um hiato entre mim e o outro, gerando uma competição incessante e que estamos convencidos de estar correta. É imperativo perceber a fragmentação das relações e os jogos de interesse pela busca desenfreada por direitos, privilégios e vantagens pessoais.

O progresso e o desenvolvimento constante são a mola mestra de um modelo que não observa incongruências, ao estabelecer objetivos que devem ser superados infinitamente. Uma conta que não fecha e que precisamos discutir amplamente com base em um cenário catastrófico que se avizinha. 

Uma hegemonia planetária que constrói relações reconhecidas como pertencentes à sociedade do cansaço, sociedade do consumo, sociedade do espetáculo etc., nomes que apontam para uma relação que gera cada vez mais desgastes no tecido social. Os remendos são ainda piores, efetuados com ideologias mais devastadoras com base no racismo, autoritarismo e neoliberalismo. A extrema-direita representa essa ideologia, com ideais que defendem o conserto da humanidade por meio de imposição, uma relação autoritária de fora para dentro e que aprofunda injustiças e desigualdades sociais e ecológicas. 

CONTINUE LENDO EM:

http://pensaraeducacao.com.br/nunca-foi-tao-importante-ser-decolonial/



Webinário "Relações Étnico-Raciais e Futebol na Escola"

 

Webinário #19 do INCT Futebol, com o tema "Relações Étnico-Raciais e Futebol na Escola"! 

Convidada a professora Josiane Cristina Climaco, doutora em Educação pela UFBA e professora da Secretaria de Educação do Estado da Bahia.

Mediação do Prof. Dr. Daniel Machado da Conceição (NEPESC/UFSC) e de Beatriz de França Alves (GEPESCEF/UFS).






MESA 2 - FUTEBOL E FORMAÇÃO - VII EDUCAÇÃO DOS CORPOS, CULTURA, HISTÓRIA



Você já parou para refletir sobre o papel do corpo e do esporte em nossa sociedade? Desde 2008, o Núcleo de Estudos e Pesquisas Educação e Sociedade Contemporânea traz à tona discussões instigantes sobre esses temas, e este ano não será diferente! Neste evento, mergulharemos na crítica da cultura e na historicidade dos fenômenos que impactam nossos corpos, com uma atenção especial ao esporte, explorando temas como formação, gênero e estética. 

 09.04.2025

Mesa 2: Futebol e formação

Coordenação: Lisandra Invernizzi (Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis – SME)

Participantes:

Daniel Machado da Conceição (SME/PMF; NEPESC/UFSC; INCT Futebol)

Izabela Stahelin de Aguiar (Bagagem Fut7/Nova Geração Futsal)

Lucas Barreto Klein (Figueirense Futebol Clube)

DISPONÍVEL EM:






#SôniaLivre, é o Brasil mostrando sua cara

 


Que país magnífico e cheio de incoerências, para alguns, o encantamento com o Brasil passa pelas diversas nuances de uma nação que consolidou suas instituições, mas permite uma governança repleta de personalismo. É necessário destacar que contradições históricas e sociais estão enraizadas na estrutura de poder, uma herança de valores aprendidos de uma sociedade escravocrata. 

Ao refletirmos sobre o país, recordamos a música Brasil, lançada em 1988, na voz do cantor Cazuza (1958-1990). A letra descreve a desigualdade na sociedade brasileira e as relações de poder impostas pela elite econômica. Com um refrão forte, Cazuza faz uma provocação para o Brasil mostrar sua cara.

A partir desse questionamento, começamos a enumerar as maneiras para aprender sobre a cara do Brasil. Entre elas estão: futebol, política partidária, carnaval, educação, literatura, culinária, cinema, música e as relações de trabalho. No rol de possíveis jeitos para observar a face ou as faces do Brasil, variados aspectos poderiam ser citados.

No período colonial e imperial, as relações de trabalho estavam orientadas pela servidão, escravização e o trabalho ‘livre’ quando comparado aos outros dois. Após a Proclamação da República em 1889, um novo país pautado pelo ideal republicano indicava que pelo menos o trabalho livre ou assalariado estabeleceria a forma de organização da relação entre trabalhador e empregador. No entanto, as organizações dos trabalhadores e outros movimentos sociais tiveram que continuamente promover lutas e resistências para a melhora das condições de vida do trabalhador. As convenções e acordos internacionais, durante o século XX, orientaram ou impuseram um ajuste de conduta do país, visando o contínuo aperfeiçoamento da legislação trabalhista e além outras, objetivando garantir e estabelecer direitos e deveres dos cidadãos. 

CONTINUAR LENDO EM:

https://pensaraeducacao.com.br/sonialivre-e-o-brasil-mostrando-sua-cara/


Post no Instagram do PEPB, disponível em:

https://www.instagram.com/p/DH6o0PAPvob/?igsh=MWgwcGNpMWpibzh1dA%3D%3D


Webinário "Histórias de Vida de Jogadores Profissionais e Amadores"

 


Webinário da Linha "Clubes, Formação, Carreira e Migração Futebolistas" do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Estudos de Futebol Brasileiro (INCT Futebol).

Temática:  "Histórias de Vida de Jogadores Profissionais e Amadores: Estudos e Pesquisas do Campo (Auto)Biográfrico Brasileiro"

Convidado: Prof. Dr. Fábio Machado Pinto (UFSC)

Mediadores: 

Prof. Msc. Gabriel Gonçalves Ribeiro (UFPEL)

Prof. Dr. Daniel Machado da Conceição (UFSC)


DISPONÍVEL EM: 





Webinário "O Desgaste Obrero no Futebol"

 




Webinário da Linha "Clubes, Formação, Carreira e Migração Futebolistas" do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Estudos de Futebol Brasileiro (INCT Futebol).

Temática:  "O Desgaste Obrero no Futebol"

Convidado: Prof. Dr. Juan Manuel Herbella

Mediadores: 

Prof. Dr. Juan Manuel Herbella

Prof. Dr. Daniel Machado da Conceição





Conversa sobre o filme “Ainda estou aqui.”

 


Live da Associação Nacional de Sociólogos e Sociólogas (ANASO.BR)

Tema: Conversa sobre o filme “Ainda estou aqui.”

Convidado: Prof. Dr. John Kennedy Ferreira - UFMA

Mediação: 

Profa. Ma. Elaine Lima da Silva 

Prof. Dr. Daniel Machado da Conceição 

Sinopse do filme:

Rio de Janeiro, início dos anos 1970. O país enfrenta o endurecimento da ditadura militar. Os Paiva — Rubens, Eunice e seus cinco filhos — vivem na frente da praia, numa casa de portas abertas para os amigos. Um dia, Rubens é levado por militares à paisana e desaparece. Eunice, cuja busca pela verdade sobre o destino de seu marido se estenderia por décadas, é obrigada a se reinventar e traçar um novo futuro para si e seus filhos. Baseado no livro biográfico de Marcelo Rubens Paiva.





Como o tênis se aproxima da paixão pelo futebol no Brasil

 



Em janeiro, enquanto a Copinha (Copa São Paulo de Futebol Júnior) dá início à temporada do futebol no Brasil, no outro lado do mundo um atleta brasileiro, João Fonseca, apresentava seu potencial nas quadras de tênis do Aberto da Austrália.

Faço parte da geração de jovens que acompanhou a carreira dos tenistas Fernando Meligeni, Jaime Oncins e Gustavo Kuerten. Nos anos 1990, eles conseguiram feitos grandiosos ao ganhar espaço no jornalismo esportivo, mesmo tendo futebol masculino, vôlei e basquete estadunidense, como concorrência. Não sou aficionado por tênis, ele nunca fez parte da minha cultura familiar ou escolar. Meu aprendizado acontece frente ao destaque daqueles atletas, principalmente as conquistas de Guga. Posteriormente, vou aprendendo mais sobre a modalidade e a estética do jogo. São novos elementos que permitem ter a paciência para assistir partidas intermináveis, valorizar a técnica e o desempenho atlético dos tenistas. O esforço para repetir movimentos, sempre com alta intensidade, é digno de reconhecimento.

Os avanços tecnológicos, especialmente as câmeras capazes de mostrar o desenvolvimento pleno da biomecânica corporal (músculos e tendões), são algo que impressiona. Em uma partida de tênis os vários e repetidos closes permitem perceber a emoção do atleta, cujo estado emocional oscila entre tensão, frustração, medo, insegurança, euforia, confiança, determinação, dor, cansaço etc. Assim, passei a ser um apreciador da modalidade, talvez também pelos feitos das irmãs Williams (Venus e Serena) e outros atletas negros que permitiram assistir a jogos com corpos mais semelhantes ao meu.

Um conjunto de fatores permitiu, em 2025, assistir à partida de tênis e confiar na vitória de um jovem brasileiro. Bom, parece estranho em um espaço sobre futebol estar falando sobre tênis. Explico. Enquanto acompanhava a partida do João Fonseca, percebi a quantidade de brasileiros nas arquibancadas incentivando o atleta do país. É magnífico identificar a maneira dos brasileiros participarem dos jogos, mesmo o tênis sendo uma modalidade aristocrática e cheia de cerimônias. O silêncio durante o jogo é primordial para a concentração dos atletas, que após cada embate são aclamados com palmas e outros gritos de encorajamento.

CONTINUAR LENDO EM: https://ludopedio.org.br/arquibancada/como-o-tenis-se-aproxima-da-paixao-pelo-futebol-no-brasil/

O racismo no futebol e a luta antirracista - Nas quadras CBN Ribeirão preto

 


Disponível em: https://www.cbnribeirao.com.br/podcasts/programas/nas-quatro-linhas/som,0,0,174538,o-racismo-no-futebol-e-a-luta-antirracista.aspx

 


DA CONCEIÇÃO, Daniel Machado. Estudante-trabalhador e a socialização profissional: Contradições da Lei do Jovem Aprendiz na região da Grande Florianópolis. Joinville/SC: Clube de Autores, 2025.

ISBN: 9786501329536

Tópicos: Trabalho Social, Política Educacional E Reforma, Direito Educacional E Legislação, Jovens e Adolescentes, Educação, Direito, Ciências Humanas E Sociais

Palavras-chave: trabalho., qualificação, aprendiz, jovem, formação, escolarização

Disponível para compra em: 

https://clubedeautores.com.br/livro/estudante-trabalhador-e-a-socializacao-profissional



A caminhada antirracista e a história do futebol brasileiro: um percurso em construção e o lugar da escola

 



Nos últimos anos, passei a atuar no Ensino Fundamental, uma experiência que contribui e muito para minha construção como educador. Agora, como mostram os memes de professores em suas redes sociais, após dar aula para o sexto ano, você faz qualquer coisa na vida. Brincadeirinha, rsrsrsrs – meus estudantes sabem -, eles são muito “quiridux” como costumamos dizer em manezês dialeto de Florianópolis-SC.

Gostaria de apresentar um breve relato de uma experiência que tem se mostrado muito positiva e com possibilidades de novos desdobramentos. Atuar no Ensino Fundamental permitiu realizar um roteiro de palestras e oficinas, uma caminhada antirracista iniciada em 2022 na rede municipal de ensino de Florianópolis-SC e que o futebol serve como chave de acesso para muitas juventudes.

Em 2023, instigado a realizar uma intervenção em uma escola em razão da necessidade de discutir o racismo no espaço escolar, a história do futebol masculino no Brasil e seu desenvolvimento durante o século XX, foi um tema com grande aceitação. O futebol é espaço para tantas discussões e debates clubísticos, foi alçado para o lugar de mediador do letramento racial ao apontar os discursos legitimadores ligados às teorias racistas (pseudociências) que impactaram a exclusão, inserção e permanência de atletas negros na modalidade.

A exposição das fases do desenvolvimento do futebol masculino passa pelo amadorismo, amadorismo marrom e profissionalização, a partir de sua contextualização é possível discutir conceitos como desigualdade social, privilégio, preconceito, discriminação, racismo, racismo biológico (determinismo biológico e geográfico), racismo como conceito social, eurocentrismo, embranquecimento (branqueamento), colorismo, mestiçagem/miscigenação, complexo de vira-latas, racismo recreativo, racismo institucional e racialização, além de enfatizar o racismo ordinário (Da Conceição, 2023).

CONTINUAR LENDO EM: https://ludopedio.org.br/arquibancada/a-caminhada-antirracista-e-a-historia-do-futebol-brasileiro-um-percurso-em-construcao-e-o-lugar-da-escola/

Racismo, esporte e futebol nos periódicos da Educação Física brasileira: um estudo panorâmico-monográfico

 


Resumo

Trata-se de uma pesquisa de abordagem quanti-qualitativa, do tipo análise documental, caracterizada como um estudo panorâmico-monográfico, em que, a partir da identificação de artigos científicos sobre racismo e esporte/futebol em periódicos brasileiros de Educação Física (EF) (de estrato A1 a B5), procurou-se mapear a referida produção sobre a temática no campo da EF. Para isso, utilizou-se os descritores “racismo”, “esporte”, “futebol” e “Educação Física”, seja nos títulos e/ou resumos e/ou palavras-chave, com delimitação temporal de 2004 até 2024, considerando-se o período posterior à Lei 10.639/2003, que tornou obrigatório o ensino das questões históricas e culturais sobre a cultura afro-brasileira nas escolas brasileiras. Chegou-se ao total de 06 (seis) textos, os quais apresentam-se como um mapeamento que evidencia a pouca atenção dada às questões étnico-raciais no esporte/futebol no contexto da EF brasileira, embora cada dia fica mais evidente a necessidade, emergência e relevância quanto ao campo da EF em pautar essas questões e responsabilizar-se, pedagogicamente, quanto à pauta, diálogo, discussão e estratégias de enfrentamento, pelo esporte e práticas corporais diversas, no combate ao racismo.

Palavras-chave: racismo, esporte, periódicos de Educação Física,


Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/CadernosdoAplicacao/article/view/142522



Conversa sobre o campo de trabalho do(a) sociólogo(a)

 


Confira a live 'Conversa sobre o Campo de Trabalho do(a) Sociólogo(a)', realizada pela ANASO – Associação Nacional de Sociólogos e Sociólogas do Brasil. Um debate com Ricardo Antunes, Luciana Bolognini e Daniel Machado, além da participação de Marcos Antônio Marques.



DISPONÍVEL EM:

https://www.youtube.com/watch?v=-DoujKXhqEo&t=2s&ab_channel=Assoc.Nac.dosSoci%C3%B3logosSoci%C3%B3logasANASOBR








“O futebol coloca em pauta e dá visibilidade a temas importantes": conversa com Carmen Rial

 


“O futebol coloca em pauta e dá visibilidade a temas importantes para o país - conversa com Carmen Rial".

Resumo: Entrevista realizada com Carmen Rial, Coordenadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Estudos do Futebol Brasileiro, feita por Cristiano Mezzaroba e Daniel Machado da Conceição. Ao longo da entrevista, a pesquisadora aborda o seu envolvimento paralelo a sua trajetória com a temática do futebol, a ideia de criar o INCT, a sua principal característica – que é o seu caráter interdisciplinar e interinstitucional –, e a rede de pesquisadores e pesquisadoras vinculados a ele. Além disso, aborda a produção do conhecimento nas Humanidades a respeito do futebol e a importância desse objeto social a quem se dedica à dimensão investigativa e impactos nas políticas públicas e na educação.


DISPONÍVEL EM: https://periodicos.ufs.br/Ambivalencias/article/view/n24p351



Antirracismo, escola e futebol: Uma boa jogada

 


Webinário da Linha "Mídias, Torcidas e Movimentos Antirracistas" do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Estudos de Futebol Brasileiro (INCT Futebol).

Temática: "Antirracismo, escola e futebol: Uma boa jogada"

Convidado: Prof. Dr. Daniel Machado da Conceição

Mediadores: 

Prof. Dr. Antonio Jorge Soares (URFJ - UFRN)

Prof. Beatriz de Franca Alves (Bolsista INCT -  CNPQ)








DOSSIÊ FUTEBOL: PERSPECTIVAS ANTROPOLÓGICAS E SOCIAIS

 


Organização: Antonio Jorge Gonçalves Soares (UFRJ), Cristiano Mezzaroba (UFS), Silvio Ricardo da Silva (UFMG) e Daniel Machado da Conceição (NEPESC/UFSC)

O futebol é um terreno fértil em expectativas, pertencimentos, identidades, ideologias, interesses (econômicos, políticos, midiáticos), comportamentos, controvérsias, associações e rupturas. Neste dossiê, o INCT – Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Estudos de Futebol Brasileiro, convidou pesquisadores e pesquisadoras a abordar o futebol a partir de suas experiências acadêmicas, nos campos das ciências humanas e sociais.

Com este dossiê na revista Ambivalências, buscou fomentar e aglutinar a produção bibliográfica – seja em forma de artigos originais oriundos de pesquisas empíricas ou teóricas, pesquisas documentais, ensaios, resenhas e entrevistas – que abordaram o futebol em suas perspectivas antropológicas, sociológicas ou multidisciplinares, contribuindo para uma melhor compreensão desse fenômeno que mobiliza os mais diversos coletivos.          


ACESSE O DOSSIÊ E COMPARTILHE! 

DISPONÍVEL EM:  https://periodicos.ufs.br/Ambivalencias/issue/view/n24 






LIVE - Para uma educação antirracista

 


Evento organizado e promovido pela Associação Nacional dos Sociólogos e Sociólogas ANASO.BR https://www.anasobr.org/ 


Temática: Para uma educação antirracista.

Descrição: Djamila Ribeiro no livro Pequeno manual antirracista (2019), escreveu: 

“O mundo apresentado na escola era o dos brancos, no qual as culturas europeias eram vistas como superiores, o ideal a ser seguido. Eu reparava que minhas colegas brancas não precisavam pensar o lugar social da branquitude, pois eram vistas como normais: a errada era eu. Crianças negras não podem ignorar as violências cotidianas, enquanto as brancas, ao enxergarem o mundo a partir de seus lugares sociais – que é um lugar de privilégio – acabam acreditando que esse é o único mundo possível” (p. 24).

A proposta da conversa visa pensar os outros mundos possíveis, a partir da perspectiva de o espaço escolar ser plural e diverso. O racismo não é um problema exclusivo das pessoas pretas e pretos, é um problema da sociedade brasileira. Portanto, a escola possui um papel preponderante na construção de uma educação antirracista e, consequentemente, na desconstrução do racismo.      

Apresentadora: Dr. Rosilene Rocha - Socióloga; Doutora em Sociologia (UFPE); e, Diretora de Inclusão e Diversidade da ANASO.BR

Apresentadora: Maria das Graças Rodrigues Policarpo - Socióloga; Coordenadora Estadual de Políticas para as Mulheres; e, Diretora Geral da Casa da Mulher Brasileira de Boa Vista-RR.

Mediador: Dr. Daniel Machado da Conceição - Sociólogo; Doutor em Educação (UFSC); e, Pesquisador NEPESC/UFSC.



Disponível em:

https://www.youtube.com/watch?v=wfs-itxg1BA&ab_channel=Assoc.Nac.dosSoci%C3%B3logosSoci%C3%B3logasANASOBR 




Roda de Conversa sobre o livro "Os engenheiros do caos"

 





Evento organizado e promovido pela Associação Nacional dos Sociólogos e Sociólogas ANASO.BR https://www.anasobr.org/ 


Temática: Roda de Conversa sobre o livro 'Os engenheiros do caos"

Resumo: O livro "Os Engenheiros do Caos", Guiliano Da Empoli, explora o fenômeno do populismo contemporâneo, focando em como líderes populistas como Donald Trump e Viktor Orbán exploram o descontentamento popular e a raiva para ascender ao poder. O autor, Giuliano Da Empoli, argumenta que esses líderes não são meros demagogos, mas sim estrategistas habilidosos que dominam as ferramentas da comunicação digital para construir narrativas de "verdades alternativas" e promover a desconfiança nas instituições tradicionais. A obra traça um panorama do cenário político internacional contemporâneo, analisando o surgimento de movimentos populistas na Itália, nos Estados Unidos, na França e na Hungria. Por meio de uma narrativa rica em detalhes, o autor expõe as estratégias, as personalidades e as ideias que impulsionam o populismo, buscando compreender a natureza do caos político que se instalou em diversos países.

Apresentador: Sociólogo Ricardo Antunes de Abreu.

Mediador: Sociólogo Daniel Machado da Conceição.


DISPONÍVEL EM:



Webinário "O Papel de Clubes e Escolas de Futebol na Formação de Crianças/Atletas"

 


Webinário da Linha "Clubes, Formação, Carreira e Migração Futebolistas" do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Estudos de Futebol Brasileiro (INCT Futebol).

Temática: "O Papel de Clubes e Escolas de Futebol na Formação de Crianças/Atletas"

Convidado: Prof. Dr. Rafael Castellani

Mediadores: 

Profª. Msc. Yokky Ywky Dantas de Oliveira (IFRN)

Prof. Dr. Daniel Machado da Conceição


Disponível em:



Racismo no esporte: mesmo com racismo, tem jogo?

 


Negros e negras vêm conquistando espaços importantes no Brasil e em outros países. Podemos dizer que este é um período de grandes mudanças no contexto sócio-histórico, impactando não apenas a sociedade brasileira. Tais agentes começam a ocupar espaços que antes eram dominados por sujeitos brancos, principalmente, no mercado de trabalho, em profissões de destaque e visibilidade. Uma clara conquista da luta de homens e mulheres pretas que inconformadas com sua condição de apenas sobreviver, transgrediram o destino ao não ocupar apenas o lugar que se esperava que ocupassem.
Essa luta não tem sido simples, tampouco fácil, por se atrever a quebrar as muralhas
ocultas dos simbolismos que impactam a vida de quem tem na cor de sua pele negra uma marca de rejeição e exclusão. Especificamente, quando tratamos de discutir tal situação no país, percebemos que ainda vivemos em uma sociedade que não se considera racista e isso se torna um problema, pois, a princípio, como combateremos algo que parece não existir.

CONTINUAR LENDO EM:  https://viewer.joomag.com/contempor%C3%A2nea-contempor%C3%A2nea-11/0726781001718203660/p10?short=




Webinário "Os Dilemas na Iniciação Esportiva"

 


Webinário da Linha "Clubes, Formação, Carreira e Migração Futebolistas" do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Estudos de Futebol Brasileiro (INCT Futebol).

Temática: "Dilemas na Iniciação Esportiva"

Convidado: Sérgio Ricardo 

Mediadores: 

Profª. Drª. Marina de Mattos Dantas 

Prof. Dr. Daniel Machado da Conceição


Assista em:



Webinário "Indústria Cultural e Esporte/Futebol" - INCT Futebol

Webinário da Linha "Mídias, Torcidas e Movimentos Antirracistas" do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Estudos de Futebol Brasileiro (INCT Futebol).

Temática: "Indústria Cultural e Esporte/Futebol"

Convidado: Prof. Dr. Alexandre Fernandez Vaz (UFSC)

Mediadores: 

Prof. Dr. Cristiano Mezzaroba (UFS)

Prof. Dr. Daniel Machado da Conceição (INCT)





DISPONÍVEL EM:

https://www.youtube.com/watch?v=AXr4xpZRP-E&t=4033s



Nova edição da revista Contemporânea, uma quase revista, organizada pelos Prof. Dr. Daniel Machado da Conceição e Prof. Dr. Alexandre Fernandez Vaz.



VINICIUS JR. E OS EMBATES DO NOSSO TEMPO: O RACISMO E O ESPORTE

    Antes de completar 24 anos, Vinicius Junior, do Real Madrid e da seleção brasileira, é hoje uma das principais vozes antirracistas que conhecemos. Alvo de seguidas agressões simbólicas por parte principalmente de torcedores adversários, o jogador profissional vem marcando gols não apenas no gramado, mas fora dele, com diversas ações que respondem, de forma contundente, a seus agressores. Igualmente, Vini Jr. vem desestabilizando o ensurdecedor silêncio que grande parte do establishment do futebol exercita frente a práticas racistas na Europa, mas também em muitos outros estádios pelo mundo afora.

    O número temático que faz a Contemporânea, a nossa quase revista, voltar a ser publicada, se compõe de textos que se dedicam ao racismo no esporte, ou, dito de outra maneira, das relações entre o primeiro e o segundo. Colaboradoras e colaboradores, com exceção de um, são vinculados a universidades federais do Brasil. O primeiro deles, Neilton de Sousa Ferreira Júnior, é de Viçosa, Minas Gerais. Ele abre os trabalhos de maneira instigante, ao reconstruir uma história do esporte olímpico para dizer de seu intrínseco caráter racista. O trabalho seguinte é resultado de uma parceria entre Beatriz de França Alves e Cristiano Mazzaroba, de
Sergipe, e Daniel Machado da Conceição, de Santa Catarina. O trio faz um breve e preciso inventário da presença do racismo no esporte – via, por exemplo, estereótipos corporais direcionados a pessoas negras –, perguntando sobre as possibilidades de sua superação.

    A terceira contribuição faz um pequeno giro para encontrar a interseccionalidade no futebol feminino em suas práticas pós cancelamento da proibição do jogo para as mulheres brasileiras. A contundência do texto é obra de Caroline Soares de Almeida, que retoma questões que vêm dos anos 1980 para pensar sobre algumas das representações sobre mulheres futebolistas, mostrando como raça, classe social, gênero e sexualidade, determinam as formas de a imprensa esportiva, dominada por homens, tratar do jogo delas.

    Um novo giro se encontra no quarto texto deste temático, que não se refere exatamente ao esporte, mas ao jogo de capoeira e suas vicissitudes como história plasmada da sociedade brasileira. Os autores e as autoras localizam formas de racismo nesse existir, assim como apostam em possibilidades, justamente pela crítica radical, de sua superação. O grupo é liderado por Christian Muleka Mwewa, do Mato Grosso do Sul, ladeado por Alex Sander da Silva, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, e por Juliani L. C. Ferreira e Aline Ortega Soloaga, também do estado do Centro-Oeste brasileiro.

Para fechar, Antonio Jorge Gonçalves Soares, do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Norte, traz algo novo para o debate, ao observar os primeiros episódios de agressão contra Vini Jr. que foram publicizados, em 2023. O autor recorre ao conceito de casta como operador analítico para a compreensão do aparente paradoxo entre a ascensão social de jogadores negros e a persistência do racismo, o que mostra, entre outros pontos, a impossibilidade de a sociedade liberal cumprir suas promessas de igualdade e meritocracia.

Autoras e autores, muito obrigado. Leitoras e leitores, que desfrutem, pensem, discordem, concordem, critiquem. Sigamos nesse debate que é dos mais importantes para as tentativas de construção de um esporte e de uma sociedade que sejam fontes de menos sofrimento.

Alexandre Fernandez Vaz
Daniel Machado da Conceição
Florianópolis, junho de 2024.




@nepesc.ufsc
 



Sobre valores esportivos, rivalidades e contradições: a dupla GRENAL em evidência

 



Dificilmente algum(a) brasileiro(a) não se sentiu tocado diante das enchentes, inundações e grande destruição que acometeu boa parte do território gaúcho a partir de final de abril de 2024 e boa parte de todo o mês de maio. A mídia brasileira mobilizou sua estrutura e seus profissionais e fez uma ampla e, por vezes, saturada cobertura diante daquela situação em que a realidade, impactada pela resposta voraz da natureza às ações humanas, ia se apresentando por meio da chuva que não parava, da destruição que aumentava e assustava, da grande quantidade de pessoas que buscava se salvar e encontrar um abrigo para depois tratar de seguir sua vida.

Como é próprio desses momentos, de forma semelhante ao que vimos recentemente com a pandemia de Covid-19, circulam discursos que enfatizam a tomada de consciência, a solidariedade, a empatia, a união, etc. Não foi diferente com a tragédia enfrentada pelo Rio Grande do Sul, principalmente em Porto Alegre e sua região metropolitana. E, num estado em que o futebol é parte da cultura e explicita aspectos de sua historicidade combativa, que contribui para a divisão clubística dos gaúchos na formação daquilo ao qual hoje se tornou banal se referir pelo termo “polarização” (no senso comum da política, por exemplo, embora bastante errôneo, por sinal, como se houvesse uma esquerda, que é quase centro, versus uma direita, que está bem para seu extremo), o azul, representado pelo Grêmio, e o vermelho, representado pelo Internacional, não ficam de fora dos acontecimentos e reflexões.

Com toda sua estrutura impactada e comprometida para treinamentos e jogos, as duas equipes, em estratégia inédita, no dia 21 de maio, uniram-se para divulgar uma campanha para ajudar na reconstrução dos lugares atingidos pelas enchentes, com a ação intitulada “Jogando Junto – Pela reconstrução do RS”, mobilizando atletas, dirigentes (o presidente gremista, Alberto Guerra, e o presidente colorado, Alessandro Barcellos), torcedores, empresas e a mídia de forma geral. A junção das duas instituições clubísticas gerou a criação de uma imagem, na cor roxa, resultado da mescla entre o azul gremista e o vermelho colorado. Divulgou-se que as equipes iriam ceder espaços em seus uniformes e também em suas mídias sociais para dar visibilidade a empresas que participassem de ações para a reconstrução do Estado e das pessoas afetadas. Cogitou-se, também, a possibilidade do Grêmio ceder seu centro de treinamento ao Inter, e o Inter, por sua vez, ceder o Estádio Beira Rio para jogos do Grêmio. Segundo dados do Portal Terra, na data da publicação da matéria, a estratégia já havia viabilizado o montante de R$ 28 milhões.

CONTINUAR LENDO EM: https://www.inctfutebol.com.br/post/sobre-valores-esportivos-rivalidades-e-contradi%C3%A7%C3%B5es-a-dupla-grenal-em-evid%C3%AAncia


MEZZAROBA, Cristiano. SANFELICE, Gustavo. CONCEIÇÃO, Daniel. Sobre valores esportivos, rivalidades e contradições: a dupla GRENAL em evidência. Bate-pronto, INCTFUTEBOL, Florianópolis, V.1, n.16, 2024.